sexta-feira, 20 de março de 2015

Primeira folheada #2: A bibliotecária de Auschwitz


Título: A bibliotecária de Auschwitz 
Título original:  La bibliotecaria de Auschwitz 
Autor: Antonio G Iturbe 
Nº de páginas: 368 páginas 
Editora: Nova Fronteira 
ISBN:  9788522015849 
Sinopse: Muitas histórias do horror e sofrimento testemunhados dentro dos campos de concentração nazistas são contadas e recontadas, já estão gravadas e arquivadas. É difícil, nesses relatos, encontrar atos de esperança e força diante de todo o mal registrado durante o Holocausto.
A Bibliotecária de Auschwitz é um livro diferente. É uma história verdadeira e cheia de detalhes a respeito de um professor judeu, Fredy Hirsh, que criou uma escola secreta dentro do bloco 31, no campo de concentração de Auschwitz, dedicando-se a lecionar para cerca de 500 crianças. Criou também uma biblioteca de poucos volumes com a ajuda de Dita Dorachova, uma menina judia de 14 anos que se arriscava para manter viva a esperança trazida pelo conhecimento e escondia os livros embaixo do vestido. É um registro de uma época sofrida da história, mas que também mostra a coragem de pessoas que não se renderam ao terror e se mantiveram firmes usando os livros como "arma".

Como o livro chegou até mim: Ganhei "A bibliotecária de Auschwitz" de presente, junto com vários outros presentes! Mas, assim que vi a capa e li a sinopse e o subtítulo - Um romance baseado numa história real - fui fisgado pela curiosidade.    
Quando chegou: 7 de março de 2015
Quando comecei a ler: 15 de março de 2015, depois de terminar "O Símbolo Perdido", de Dan Brown. 

O que eu estou achando: Nunca li "O Diário de Anne Frank" ou qualquer outro livro que retratasse os campos de concentração dos Nazistas. Confesso que sempre me interessei pelo tema nas aulas de história e documentários do Youtube, mas também sempre tive um certo receio em ler um romance baseado neste tema (por achar bastante pesado e triste). Até então. 
"A bibliotecária de Auschwitz" caiu em meu colo, literalmente como um presente. Respirei fundo quando comecei a ler as primeiras linhas, já me preparando psicologicamente para uma leitura angustiante. Foi então que - surpresa! -, conforme eu fui lendo, fui percebendo a beleza, a sutileza e todo o cuidado que Antonio G. Iturbe tomou com a obra. O livro é de uma delicadeza ímpar. Dita Dorachova, a jovem protagonista, consegue ser, ao mesmo tempo, inocente e corajosa, forte e delicada. 
Baseada na história real  da protagonista, é um emocionante relato que mostra toda a determinação do ser humano em nunca desistir, nem mesmo quando o amanhã parece ser tão incerto.   
Assim que eu terminar a leitura, vou escrever uma resenha sobre a obra! 

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